Mestre eu preciso de um milagre. Transforma minha vida, meu estado.
Faz tempo que eu não vejo a luz do dia, estão tentando sepultar minha alegria, tentando ver meus sonhos cancelados.
Lázaro ouviu a tua voz quando aquela pedra removeu, depois de quatro dias ele reviveu.
Mestre não há outro que possa fazer aquilo que só o teu nome tem todo o poder.
Eu preciso tanto de um milagre.
Remove a minha pedra.
Me chama pelo nome. Muda minha história.
Ressucita os meu sonhos.
Transforma a minha vida e faz um milagre.
Me toca nessa hora. Me chama para fora.
Ressucita-me.
Cartas Trincadas
"...meu sentimento é como uma taça frágil que foi trincada e qualquer toque em falso pode quebrá-lo por completo..."
sexta-feira, 16 de março de 2012
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Embriaguez
30/08/2011
Há tanto tempo... há tanto tempo
não ouço o farfalhar de um sublime buquê!
Esqueceram de mim... Não as mereço mais.
Era o cheiro do teu amor que me banhava num mar de rosas!
Me soprava, me arfava...
Não é tanto tempo assim...
mas parece que se passou uma eternidade desde então.
Quando recordo o sofrimento passaram-se apenas minutos
e meu coração continua gélido ainda, forçando um sentimento mais profundo
ou ingênua e premeditadamente um choro arqueoso.
Não quisera brincar. Somos todos trincados agora.
Com medo.
Nada mais importa e tudo se resume a isso. Medo.
Voltei ao início quando tentara correr de tudo aquilo,
agora, cá está ele novamente. Me fazendo sentir.
Quanto do que fiz ainda resta em você?
Quanto disso você está escondendo para tentar mais uma vez?
Não somos históricos meu amor e nem fazemos a van história.
Somos duas pestes magoadas por meu consentimento.
_Vão! Assolem! Destruam! Aguentamos...
Não era nada demais... Pensara que o inferno não fora nada demais.
Te consumi. Te mudei. Quanto do homem que amo ainda está aí?!
Quanto da indecência e dos xingamentos e dos palavrões?!
Quanto de liberdade eu lhe tirei para aprisionar-te junto a mim?!
Quanto chorou e ainda não me contou?
Estamos num beco apertado... incomodados.
Tudo que estamos fazendo agora seria fingir?
Estamos apenas esperando?
Omitindo e disfarçando?
Não, realmente, há tempo não falo esse assunto contigo.
Dói em ti e é uma tortura para mim.
Tenho medo de não ser forte, de estar apenas delirando...
Creio que as coisas ficarão calmas...
Logo logo.
Há tanto tempo... há tanto tempo
não ouço o farfalhar de um sublime buquê!
Esqueceram de mim... Não as mereço mais.
Era o cheiro do teu amor que me banhava num mar de rosas!
Me soprava, me arfava...
Não é tanto tempo assim...
mas parece que se passou uma eternidade desde então.
Quando recordo o sofrimento passaram-se apenas minutos
e meu coração continua gélido ainda, forçando um sentimento mais profundo
ou ingênua e premeditadamente um choro arqueoso.
Não quisera brincar. Somos todos trincados agora.
Com medo.
Nada mais importa e tudo se resume a isso. Medo.
Voltei ao início quando tentara correr de tudo aquilo,
agora, cá está ele novamente. Me fazendo sentir.
Quanto do que fiz ainda resta em você?
Quanto disso você está escondendo para tentar mais uma vez?
Não somos históricos meu amor e nem fazemos a van história.
Somos duas pestes magoadas por meu consentimento.
_Vão! Assolem! Destruam! Aguentamos...
Não era nada demais... Pensara que o inferno não fora nada demais.
Te consumi. Te mudei. Quanto do homem que amo ainda está aí?!
Quanto da indecência e dos xingamentos e dos palavrões?!
Quanto de liberdade eu lhe tirei para aprisionar-te junto a mim?!
Quanto chorou e ainda não me contou?
Estamos num beco apertado... incomodados.
Tudo que estamos fazendo agora seria fingir?
Estamos apenas esperando?
Omitindo e disfarçando?
Não, realmente, há tempo não falo esse assunto contigo.
Dói em ti e é uma tortura para mim.
Tenho medo de não ser forte, de estar apenas delirando...
Creio que as coisas ficarão calmas...
Logo logo.
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